O rubor do campo quente emaranha-se em aromas e sabores que inspiram pintores fazendo a música desabrochar do silêncio do pincel.
Uma explosão multicor cujas cores clássicas se misturam nesta tela, originam o abstracto estonteante. É aqui, que se imagina o irrequieto riacho retemperando pequenas borboletas e libelinhas irrequietas dos momentos alucinantes à procura de frescura sob a sombra das árvores. Nesta dança, o encontro com a menina do chapéu de palha, torna-se apetecível pela junção de pigmentos esvoaçantes traduzidos no seu vestido. A companhia e a amizade entre pequeninos seres e a beleza inocente da menina torna-se tão resplandecente quanto a fusão de uma fatia de melancia e o prazer da gulosice.
J.M.
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